Clientes
|
Não são poucos os casos de sucesso desses tipos de empresas. Todavia, o maior problema se dá quando chega a hora de transferir a direção e o controle da atividade empresarial aos sucessores. Ponto crucial para a continuidade com os negócios familiares, essa secessão costuma ser norteada por aspectos empresariais regados a sentimentos de nostalgia e emoção demasiadas, incompatíveis com o racionalismo exigido pela cultura empresarial moderna. Essa transição, normalmente é pautada pelo conflito entre sucessor e sucedido, sendo que, em muitas das vezes, verifica-se a luta daquele em demonstrar sua competência e, ao mesmo tempo, consolidar a sua própria personalidade – criando um estilo diferente di adotado pelo sucedido – e espírito crítico. De qualquer forma, o sucessor não poderá se esquecer de duas coisas: primeiro, “nãos e mexe em time que está ganhando” (se realmente estiver ganhando); e, segundo deve acabar com o sentimento de rivalidade profissional com o sucedido, cuidando com muito carinho da história e da origem da empresa, cultuando, sempre, a idéia original, e que, de uma forma ou de outra, gerou o espírito de sucesso que identifica a família e os seus negócios.
|



